Decorado por mim e pela Val. :)
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
Decoração do aniversário da Val.
Dia 11/10, a minha amiga e madrinha Val comemorou seu 23° aniversário. Ela decidiu festejar seu dia junto com o aniversário de seu pai. O tema da festa era Vasco x Botafogo, e eu, mesmo detestando os dois times (hehehe) ajudei na decoração. Eis o resultado (só não reparem na qualidade das fotos. Só estava com a câmera do celular):
(Colocamos passadeiras pretas e brancas de bolinhas nas mesas dos convidados. O centro de mesa era um recipiente com jujuba e bolas cheias com gás hélio)
(Utilizamos um tapete grande de pista de dança abaixo da mesa principal. As pelúcias dos times deram um toque especial na decoração)
(ao fundo da mesa principal, fizemos uma cortina de fitas pretas, pratas e brancas. As duas bandeiras foram estendidas dos dois lados e para arrematar, colocamos uma coluna de bolas de cada lado do painel)
(a mesa de guloseimas (e mais doces) foi disposta próxima ao painel com a foto dos aniversariantes)
(A mesa pequena é a do bolo, mas ainda estava sem o bolo. Hehe)
(eu e a Val :D )
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Perdi 8kg em 2 meses
Antes de tudo, quero iniciar esse post atentando para o fato de que EU NÃO SOU NUTRICIONISTA, logo, não vou indicar nenhuma dieta milagrosa ou algo do tipo, até porque não fiz nada que fuja da normalidade, além, é claro, de que esse tipo de orientação deve ser dada por um profissional.
O que eu vou fazer aqui é expor as pequenas mudanças que fiz em meu estilo de vida e explicar um pouco dos meus motivos para mudar, embora creia que não devo satisfações. Ainda assim, decidi dividir minha história e expressar sentimentos que talvez alguns amigos não saibam.
. Como tudo começou:
Eu sempre fui magra. Menos, é claro, quando estava na faixa dos 8 anos de idade e sofri certo bullying por ser mais “cheinha” que as outras crianças. Foi uma fase bem difícil! Eu chorava muito e me recusava a usar blusas de alça (pois meu braço sempre foi roliço). Mas isso passou logo assim que fui ‘crescendo’ (sem piadas com a minha altura, por favor) e meu corpo foi adquirindo formas mais proporcionais. O “sempre fui magra” começa aí, a partir dos 10 anos mais ou menos.
Depois de adolescente meu peso se estabilizou entre 47/48kg. Lembro-me da minha falecida avó dizendo que eu era um “filé de borboleta”. Hehe
Eu GOSTAVA de ser assim. Sabe, nunca tive muitas curvas (tipo aquelas meninas que têm bunda enooorme e peitos grandes). Na verdade, eu NUNCA ME IMPORTEI em não ser a gostosona da turma. Eu era só eu e estava ótimo assim. E antes que você diga que eu devia ter algum transtorno alimentar, já aviso que está muito enganado. Nessa época eu nem me ligava em peso! Só me via no espelho e me reconhecia: aquela era a Thalita.
(Eu aos 19 anos)
Aquele verão tinha sido intenso: Meus pais receberam muito dinheiro no vale alimentação (ou refeição, sei lá a diferença!) e compraram MUITA besteira. Era muito chocolate, muito biscoito, muito doce! E isso se aliou ao fato de que aos 20 e poucos anos, nosso metabolismo desacelera e, se somos sedentários comendo porcarias, engordamos. Eu fiquei sem reação. Eu, né? Porque INSTANTÂNEAMENTE começaram os “Thalita, você engordou!”, “Tá mais gordinha, amiga”, “Percebi seu braço mais cheinho”. PRONTO! Deu-se a desgraça!
A partir daí a montanha russa só foi pra baixo, ao passo que o ponteiro da balança só ia pra cima. Não vou mentir: não engordei de 51kg pra 55kg em poucos dias. Foram 3 anos de pizza, hambúrguer, batata frita e refrigerantes quase injetados na veia.
Eu me tornava infeliz com o peso e ao mesmo tempo desenvolvi uma paixão pela comida que não tinha antes. As pessoas falavam coisas que me magoavam e eu descontava em comida.
Ao longo desses 3 anos, colecionei frases em minha mente que ainda não tive tempo de esquecer e, para piorar as coisas, eu me via no espelho e não me reconhecia.
Eu sei que uma pessoa com 55kg não é gorda, embora algumas pessoas resolvam ignorar o fato de que eu tenho 1,57 de altura e todo meu peso extra era composto unicamente por gordura. Não sei exatamente o que se passa na cabeça de quem está lendo isso (se é que há alguém lendo), mas imagine alguém que se perdeu de si mesma. Alguém que chora porque perdeu a identidade e que começa a ter vergonha do próprio corpo.
Sério, eu não ligo se você, leitor, é gordo. Eu não estou nem aí pro seu peso, pro seu corpo ou pra sua vida. Não sou gordofóbica, não tenho a menor intenção de convencer ninguém a seguir meus passos. O fato é: eu estava infeliz comigo mesma. E eu precisava fazer alguma coisa.
. Algumas tentativas:
Há muitos meses atrás (sério, nem me lembro quanto tempo tem isso), resolvi entrar na academia. Fiquei cerca de um mês e meio e desanimei. Motivo: não emagrecia nada.
Logo depois disso, voltei. E essa reavaliação em especial, teve um gosto amargo: estava pesando 56kg. Foi TRISTE. E, adivinha só! Desisti em menos de 3 meses. Motivo: Não emagrecia nada.
Foi aí que ouvi falar de uma tal dieta Dukan, a dieta da proteína. Foi maravilhosa para uma amiga que estava SENDO ACOMPANHADA POR UMA NUTRICIONISTA. Aí eu resolvi fazer. Desisti. Motivo: No terceiro dia sem carboidratos, acordei vomitando muito.
E, acredite se quiser, tentei mais umas duas vezes e desisti porque a dieta me limitava MUITO. Não podia comer quase nada e eu ficava enjoada.
Cheguei a ir a uma nutricionista, mas fiquei com ódio quando ela pronunciou o termo “reeducação alimentar”. Eu queria emagrecer, não mudar a alimentação. Sim, eu era ignorante! Não segui seus conselhos, mas guardei a dieta que ela passou.
Na última tentativa de entrar na academia, estava pesando 55kg de novo. Como perdi esse quilo? Mágica. Até hoje eu não sei. O final não é difícil de prever: saí da academia mais uma vez. Motivo: Não emagrecia nada.
(22/23 anos)
Depois de ouvir coisas como “A Thalita não é mais Thalitinha”, “Você tentou esconder a gordura na foto, mas não adiantou nada” e “você não está gorda, só está mais gorda do que você era antes”, a última frase, a que me impulsionou a mudar de vez, foi a de um amigo que disse exatamente essas palavras, durante uma bronca que ele estava dando em mim e em minhas amigas por estarmos comendo besteira: “Quando eu conheci a Thalita, ela era magra”. Meu mundo caiu ali.
Gente, de modo algum sinto raiva dessas pessoas. Não guardo mágoa, guardo frases. E a esse amigo eu devo agradecer E MUITO. Foram muitas e muitas falas dolorosas, mas aquela em especial me tocou. Eu ERA magra. Eu ERA a Thalita. E ali eu não era mais eu.
E foi nesse belo dia que resolvi mudar.
Antes de começar a falar da dieta, vou abrir um parêntese na minha história: Eu descobri um programa muito legal chamado “Quilo por quilo” que passa aos sábados (às 23:10h) e às segundas (não lembro o horário) na Discovery H&H. É um reality sobre um personal chamado Chris Powell, que transforma obesos em pessoas magras em um ano. Cara, é algo lindo de ver! Ele muda a qualidade de vida dessas pessoas. Ele transforma não só a aparência, mas a autoestima e a saúde dos participantes!
Um dia, Chris Powell disse o seguinte sobre um participante: “Ele é um animal! Ele se dedica muito, dá o melhor de si! Ele tinha mais de 150kg e um problema no coração e nada disso o impediu! E você? Qual é a sua desculpa?”
Isso (juntamente com a frase do meu amigo) me motivou MUITO. Eu não tinha desculpas. Sou uma jovem de 23 anos que estava com alguns quilinhos a mais. NÃO TINHA MOTIVO pra eu continuar me afogando em comida lixo, não havia desculpas para eu me manter sedentária comendo besteira e chorando, sem conseguir me olhar no espelho.
Eu percebi que minha situação emocional estava bastante crítica quando me vi ligando para minha amiga, chorando dizendo que me odiava. Eu dizia pro meu noivo constantemente que eu estava gorda, e sempre me pegava pensando “quando eu for magra de novo”, “quando eu emagrecer”... Eu não precisava viver assim.
Ok, o papo de auto aceitação que tem sido propagado por aí é muito válido e eu apoio 100%! Desde que a pessoa REALMENTE esteja disposta a se amar DO JEITO QUE É. E, como eu já repeti algumas vezes nesse post, a moça de 56kg não era eu.
. O começo da dieta
Como toda boa dieta, comecei em uma segunda-feira (dia 29 de julho). Acordei, fiz uma lista e entreguei pro meu pai comprar no mercado. Disse pra ele que era da dieta, e ele rispidamente me respondeu “Ah, fala sério, Thalita! Você comeu pizza ontem e quer falar em dieta?”. Lembra daquela história das frases que eu coleciono? Então... ESSA foi a primeira da nova fase da minha vida. Mas não estou falando mal do meu pai. Ele foi lá e comprou as coisinhas que eu pedi. Hehe
Estava insegura. Conversei com meu noivo, que me apoiou e disse que ia dar tudo certo. Ele como sempre, me encheu de esperança e mais uma vez foi meu porto seguro. Falou que se eu quisesse mesmo, eu iria conseguir.
Naquele mesmo dia, minha mãe fez feijoada. Sabe aquele feijão vermelho? Sim... aquele mesmo! Meu favorito! Pois é. A minha resposta a ele foi “não”.
No segundo dia teve brigadeiro, no terceiro, batata frita, no sábado teve um churrasco da família do meu noivo, e domingo uma festa na minha família.
Foram nãos sobre nãos, dias após dias. E hoje eu tô aqui. Com 8kg a menos.
Como eu disse, não vou dar dieta nenhuma, mas... sabe a reeducação alimentar que a nutricionista passou? Então... eu peguei e comecei a seguir! :D (exceto, é claro, dos milhões de grãos que eu nem faço ideia de onde se compra, e confesso que tenho um problema com os legumes: não gosto deles. Fora isso, a dieta é a dela. Sem tirar nem pôr.)
. O que aprendi com a dieta:
São coisas bobas, que fazem parte do senso comum. Mas, quando aplicadas na minha vida, causaram efeitos notórios!
O1. Refrigerante é SIM um veneno. Eu não queria acreditar, não queria saber, não queria aceitar, mas desde o momento que retirei (ou, na verdade, reduzi a quase nada) o consumo de refrigerantes da minha vida, emagreci muito rápido.
Gente, é sério! Dá pra acreditar na quantidade de açúcar que tem ali, em um mísero copo de coca-cola? E o gás? Aquela bodega dilata o estômago que é uma loucura.
O2. NÃO DÁ pra erradicar o carboidrato. Ok, tem alguns organismos que aceitam bem esse tipo de coisa, mas o meu não aceitou. O ideal é procurar uma nutri.
O3. Exercícios físicos AJUDAM MUITO, mas sozinhos não fazem muita diferença. O que eu queria nas vezes que resolvi entrar na academia era comer hambúrguer depois de malhar. Meu bem, isso não adianta nada. Os exercícios são lindos aliados na dieta e quando você passa a se exercitar, a vida fica mais legal.
Toda a ansiedade que eu tinha e descontava na comida, hoje em dia eu extravaso malhando. E dá certo.
O4. Encontre uma atividade aeróbica que você goste. No momento estou apaixonada por spinning (que eu nem gostava!) e correr na esteira. Eu gosto de brincar de desenvolver meu condicionamento físico, alternando a intensidade da caminhada/corrida.
O5. Substituir comidas muito calóricas por alimentos similares. Quando eu quero comer pizza, pego uma fatia de pão árabe, requeijão light e queijo branco light com orégano. Quando quero sorvete, tomo frozen. Quando quero bolo/chocolate, como uma barra de cereal. E assim caminha a humanidade.
O6. FRUTAS são uma delícia! Descobri as frutas, gente! Elas saciam minha fome e me deixam bem nutrida com suas vitaminas e tal... Eu gosto muito.
O7. Pães e arroz integrais são muito gostosos. Eu sempre ouvi gente cuspindo bosta, falando que arroz integral é horrível e pão integral é seco. Mentira! São tão bons quanto as versões normais e muito mais nutritivos.
O8. É muito mais fácil do que dizem, ou do que eu acreditava que seria. Autoexplicativo. Tem sido fácil me manter e negar o que preciso pra obter os resultados que quero. Sem dramas.
O9. “Dia do lixo”. Eu fazia uma vez por mês, mas agora vou fazer de 15 em 15 dias.
1O. Dieta radical não tá com nada. Ninguém aguenta ficar sem comer carboidrato, sem fruta, sem queijo, sem nada! Dá sim pra balancear a alimentação sem se privar da vida.
11. Não posso ficar com fome. Sempre que isso acontece tenho pensamentos de largar a dieta e me jogar em um hambúrguer gigante. Sendo assim, sempre carrego uma fruta, uma barra de cereal ou um biscoitinho integral na bolsa pra onde quer que eu vá.
12. Pessoas são estranhas. Oi? Ok, essa é a última que eu lembro (até porque, preciso dormir e já estou há mais de 1h escrevendo). Enfim... pessoas são estranhas. Algumas que reparavam que eu estava mais gorda aparentemente não repararam que estou magra de novo (Ainda aguardo a moça vir me falar que a Thalita voltou a ser Thalitinha); aqueles que eram cruéis e diziam que eu tentava esconder a gordura, hoje dizem pra eu “pegar leve na dieta” (acho que é medo de eu virar anoréxica hahaha) ; E tem uns que vem “me criticar” com todo aquele papo de auto aceitação, sem saber da minha vida, sem conhecer minhas dores e sem ao menos entender que eu sou eu assim, desse jeito e ponto final.
. Considerações (quase) finais:
Hoje me pesei e estou com 46,600kg. Eu cheguei “ao final”, tenho meu corpo de volta (embora ainda "lute" um pouco com as gordurinhas localizadas nos meus braços e barriga) , minha autoestima renovada, minha felicidade nas minhas mãos.
Mas confesso que tenho medo do “Ebaa! Agora acabou”, medo do efeito sanfona e da possibilidade de ter todo o meu trabalho jogado no lixo.
(eu atualmente)
.O que eu pretendo fazer agora:
Minha reavaliação na academia é só em novembro, então vou continuar na dieta (mas talvez pegando mais leve) e trabalhar mais a musculação. Eu quero tomar suplementos pra ajudar a aumentar meus músculos e conquistar um corpo que eu nunca tive (sem neurose, calma e tranquila, curtindo meu corpo com a convicção de que já sou linda. Se “melhorar” é lucro).
E, claro, pretendo procurar um nutricionista esportivo e contar com a ajuda dos meus lindos professores da academia.
. Agradecimentos (Juro, não é um discurso)
Thiago, meu amor, obrigada pela força!
Thayane, sua linda, obrigada pela ajuda e incentivo! Você é a única amiga que compartilha receitas e dá dicas preciosas. ;)
Mãe, Pai e Gabi, obrigada por me ajudarem nas compras da dieta e por, de certa forma, embarcarem comigo nesse novo estilo de vida saudável que estou procurando levar.
No mais, agradeço aos outros amigos pela compreensão. Sei que é uma barra não ter mais pizza na minha casa toda semana. HAHAHA, mas vocês continuam meus amigos e é isso que importa. <3
(Um singelo antes/depois)
Enfim... é isso. Eu termino meu post dizendo que não espero servir de "inspiração" pra ninguém emagrecer. Eu só queria que as pessoas soubessem que por mais difícil que pareça alcançar qualquer objetivo na vida, se temos força de vontade, conseguimos.
Também queria ressaltar que viver uma vida mais saudável é bem legal. As frutas, as carnes magras, os exercícios físicos só trazem benefícios. Sei que cair de boca na "comida lixo" é tentador (e muito gostoso), mas, acredite, pensar na nossa saúde é investir no futuro.
Hoje em dia não quero outra vida. Espero ficar assim (feliz e saudável) pra sempre. :D
Abraços, queridos!
Thalita Reis.
Também queria ressaltar que viver uma vida mais saudável é bem legal. As frutas, as carnes magras, os exercícios físicos só trazem benefícios. Sei que cair de boca na "comida lixo" é tentador (e muito gostoso), mas, acredite, pensar na nossa saúde é investir no futuro.
Hoje em dia não quero outra vida. Espero ficar assim (feliz e saudável) pra sempre. :D
Abraços, queridos!
Thalita Reis.
terça-feira, 8 de julho de 2014
Sobre 7x1 e a (des)importância do Neymar na minha vida
Eu nunca disse que não iria torcer. Como vocês já sabem (pelas minhas fotos e meus posts), fui às manifestações, participei das passeatas dos professores no ano passado e sim, sou altamente contra a toda aquela roubalheira que todos nós já sabíamos que iria acontecer. Afinal, Romário já havia avisado que as obras da Copa de 2014 seriam o maior roubo da história do país. E foi.
Um BRTzinho aqui, uma superfaturadinha ali...e o mundial chegou. E eu, que não sou boba nem nada, aproveitei todos os jogos para ir às reuniões de amigos regadas de comida e risadas por todos os lados. Foi bem divertido.
Não me senti culpada, já que (licença para roubar um trecho de um texto maravilhoso do Rica Perrone) ninguém deixa de andar em uma ponte só porque ela foi superfaturada. Digo mesmo: torci, passei tardes ótimas com meus amigos e me diverti.
Mas aí o Neymar se machucou. E, antes disso, um viaduto caiu em Belo Horizonte e matou duas pessoas. Hoje o Brasil perdeu de 7x1 pra Alemanha. Qual tragédia épica foi mais noticiada? Quantas hashtags foram enviadas em apoio às famílias das vítimas que morreram no “acidente”? Quantos #forçaNeymar nós vimos por aí?
Eu fico pensando, meus caros, por que um menino rico que provavelmente tem um seguro maravilhoso e será tratado pelos melhores médicos do mundo merece muito mais força do que milhões de brasileiros com doenças que JAMAIS serão tratadas e curadas pelo SUS.
Torcer pelo meu país é muito mais do que pagar 2 mil reais para assistir uma seleção (ganhar ou perder) em um estádio. É muito mais do que #forçaNeymar e essa babaquice toda que eu vi por aí. Ser brasileiro com muito orgulho e com muito amor, é sofrer vendo um compatriota que REALMENTE precisa de ajuda ser ignorado pela maioria. É revoltar-se contra um governo que NUNCA vai compreender que seus professores e médicos valem muito mais do que o atual craque do futebol.
Convenhamos, a derrota pra Alemanha foi um VEXAME. Mas vamos pensar um pouco (juro, não é difícil): derrotas e vitórias no futebol nunca mudaram e jamais mudarão nossas vidas. Aceite essa verdade.
Hoje meu dia foi ótimo! Eu fiz "gordices" com minhas amigas, meus pais e meu noivo, enquanto assistíamos ao jogo. Nós morremos de rir quando percebemos a goleada que a nossa seleção iria levar. Nós jogamos vídeo game e assistimos Os Simpsons depois. E a vida segue.
O que eu desejo para o meu país hoje vale muito mais do que qualquer taça. Eu desejo maturidade para entender o que e QUEM realmente importa. Eu torço muito para que, um dia, esse Brasil deixe de ser o país do futebol e se torne um lugar decente.
Não tenho vergonha de perder de 7x1 pra Alemanha. Nós perdemos em coisas muito piores, acredite.
Um BRTzinho aqui, uma superfaturadinha ali...e o mundial chegou. E eu, que não sou boba nem nada, aproveitei todos os jogos para ir às reuniões de amigos regadas de comida e risadas por todos os lados. Foi bem divertido.
Não me senti culpada, já que (licença para roubar um trecho de um texto maravilhoso do Rica Perrone) ninguém deixa de andar em uma ponte só porque ela foi superfaturada. Digo mesmo: torci, passei tardes ótimas com meus amigos e me diverti.
Mas aí o Neymar se machucou. E, antes disso, um viaduto caiu em Belo Horizonte e matou duas pessoas. Hoje o Brasil perdeu de 7x1 pra Alemanha. Qual tragédia épica foi mais noticiada? Quantas hashtags foram enviadas em apoio às famílias das vítimas que morreram no “acidente”? Quantos #forçaNeymar nós vimos por aí?
Eu fico pensando, meus caros, por que um menino rico que provavelmente tem um seguro maravilhoso e será tratado pelos melhores médicos do mundo merece muito mais força do que milhões de brasileiros com doenças que JAMAIS serão tratadas e curadas pelo SUS.
Torcer pelo meu país é muito mais do que pagar 2 mil reais para assistir uma seleção (ganhar ou perder) em um estádio. É muito mais do que #forçaNeymar e essa babaquice toda que eu vi por aí. Ser brasileiro com muito orgulho e com muito amor, é sofrer vendo um compatriota que REALMENTE precisa de ajuda ser ignorado pela maioria. É revoltar-se contra um governo que NUNCA vai compreender que seus professores e médicos valem muito mais do que o atual craque do futebol.
Convenhamos, a derrota pra Alemanha foi um VEXAME. Mas vamos pensar um pouco (juro, não é difícil): derrotas e vitórias no futebol nunca mudaram e jamais mudarão nossas vidas. Aceite essa verdade.
Hoje meu dia foi ótimo! Eu fiz "gordices" com minhas amigas, meus pais e meu noivo, enquanto assistíamos ao jogo. Nós morremos de rir quando percebemos a goleada que a nossa seleção iria levar. Nós jogamos vídeo game e assistimos Os Simpsons depois. E a vida segue.
O que eu desejo para o meu país hoje vale muito mais do que qualquer taça. Eu desejo maturidade para entender o que e QUEM realmente importa. Eu torço muito para que, um dia, esse Brasil deixe de ser o país do futebol e se torne um lugar decente.
Não tenho vergonha de perder de 7x1 pra Alemanha. Nós perdemos em coisas muito piores, acredite.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Decoração azul
No último dia 23, eu resolvi fazer um bolinho aqui em casa só para a família. Então, a Thayane e a Aline me convenceram a fazer uma decoração bem bonitinha.
Abraços. ;)
Aí nós fomos à Praça II, em Vigário Geral, e compramos mdf cru e tinta. Nós pintamos as peças, e a decoração ficou uma graça! Tá aí o resultado:
Eu comprei as três bandejas por R$30,00, o trio de cachepots por R$20,00, o porta-retrato por R$8,00, O "Amor" por R$15,00, e a bicicleta por R$10,00. O "T" e o trio pequeno de cachepots foram presentes das meninas e eu nem cheguei a ver o preço. As tintas custaram dez reais cada.
Gostei tanto da bicicleta que deixei enfeitando o meu quarto. O restante da decoração está guardada para utilizarmos na próxima festa. hehehe
Abraços. ;)
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Lamento da escritora perdida
Quem dera me fosse devolvida a capacidade plena de escrever. Quem dera pudesse retornar ao auge de minhas habilidades e tornar a sentir-me capaz de derramar meus sentimentos e agonias em forma de palavras.
Talvez minhas crises existenciais se abrandassem um pouco e essa nova e inquietante sensação de estar fora de mim mesma se apartasse de uma vez por todas.
Provavelmente meus torturantes pensamentos se organizariam um a um. Quem sabe nasceria uma flor? Uma flor que cresceria em meio às esperanças perdidas, uma plantinha que seria o símbolo da inspiração que hoje foge, me deixando sem ar, perdida, sufocada dentro de um eu que não conheço e sinto repulsa.
Como pode alguém sentir tanto desprezo por si mesma? É tão difícil não se reconhecer mais! E reconheço que dói como o inferno! E como algo tão autodestrutivo consegue ser absolutamente forte ao ponto de ferir outros?
Quem dera no espelho houvesse o reflexo de quem outrora fui. Quem dera não visse cinzas e pó de alguém que sinto tanta falta. Como me quero de volta!
Quem dera ver poesia onde não há.
Talvez minhas crises existenciais se abrandassem um pouco e essa nova e inquietante sensação de estar fora de mim mesma se apartasse de uma vez por todas.
Provavelmente meus torturantes pensamentos se organizariam um a um. Quem sabe nasceria uma flor? Uma flor que cresceria em meio às esperanças perdidas, uma plantinha que seria o símbolo da inspiração que hoje foge, me deixando sem ar, perdida, sufocada dentro de um eu que não conheço e sinto repulsa.
Como pode alguém sentir tanto desprezo por si mesma? É tão difícil não se reconhecer mais! E reconheço que dói como o inferno! E como algo tão autodestrutivo consegue ser absolutamente forte ao ponto de ferir outros?
Quem dera no espelho houvesse o reflexo de quem outrora fui. Quem dera não visse cinzas e pó de alguém que sinto tanta falta. Como me quero de volta!
Quem dera ver poesia onde não há.
sábado, 26 de abril de 2014
Sobre "amizade de internet"
Durante muito tempo eu fui bem inocente em relação a algumas amizades que julguei serem reais. Minha falecida avó que sempre dizia “Thalita, você dá muito valor a quem não merece”. E ela estava certa. Pessoas que considerava amigos de verdade, gente que cresceu comigo, seres que aparentavam tanta lealdade, de uma hora para outra foram me decepcionando ou, simplesmente, se esvaindo da minha vida.
Acontece. Eu acho. Às vezes somos tão imaturos que somos incapazes de perceber que é amigo de verdade e quem está ali só na sua vida só de enfeite e já já vai embora. E acredito quem é mais até do que isso: algumas vezes não temos como saber.
O grande problema é que em alguns casos colocamos rótulos nas pessoas. Quantas vezes eu já não ouvi coisas como “essa pessoa é estranha demais”, “você não tem nada a ver com ela”, “aff, como ele é infantil!”?
Para mim, um dos maiores rótulos é “gente de internet é perigosa” ou “todo mundo na internet mente”. E eu penso: é mesmo? Eu discordo. :)
Quando eu tinha 14 anos, comecei a brincar de fake no Orkut. Era algo bem bobo: a gente criava um personagem e “interpretava” (No caso, eu era a Ro do desenho “Projeto Zeta”). Conheci MUITA GENTE. Aliás, parando para pensar, acho que mais de 100 pessoas (que eu CONVERSEI mais de uma vez ou tive algum tipo de contato além do “‘adicionei’-‘ok, tá aceito’”).
Adicionei alguns no “off” (as reais pessoas por trás dos personagens), conheci pessoalmente outros, e na maioria dos casos a amizade não vingou.
Entretanto, hoje, com 22 anos, tenho “amigos de internet” que valem ouro. E tive o prazer de conhecer alguns pessoalmente.
Esse ano, na verdade, está sendo maravilhoso porque conheci a Tika quando fui ao Paraná (e pude ver a Pati mais uma vez *-*) e a Carol quando veio de Goiás pro Rio (no último final de semana).
Estou muito feliz por isso. Sabe... isso prova tantas coisas! Não estou aqui dizendo que os amigos de internet são melhores do que os que a gente convive todos os dias. Mas estou AFIRMANDO que amigos são amigos. Independente de onde morem e de quanto tempo temos para ficarmos juntos.
Obs: esse post é uma homenagem a Carol, que me incentivou a voltar a escrever.
Carol, ainda falta muito para eu voltar a ter segurança para escrever bem (por isso a mediocridade do texto), mas, como estávamos conversando, é tudo uma questão de prática. Obrigada pelo incentivo. Vou chegar lá. o/
Acontece. Eu acho. Às vezes somos tão imaturos que somos incapazes de perceber que é amigo de verdade e quem está ali só na sua vida só de enfeite e já já vai embora. E acredito quem é mais até do que isso: algumas vezes não temos como saber.
O grande problema é que em alguns casos colocamos rótulos nas pessoas. Quantas vezes eu já não ouvi coisas como “essa pessoa é estranha demais”, “você não tem nada a ver com ela”, “aff, como ele é infantil!”?
Para mim, um dos maiores rótulos é “gente de internet é perigosa” ou “todo mundo na internet mente”. E eu penso: é mesmo? Eu discordo. :)
Quando eu tinha 14 anos, comecei a brincar de fake no Orkut. Era algo bem bobo: a gente criava um personagem e “interpretava” (No caso, eu era a Ro do desenho “Projeto Zeta”). Conheci MUITA GENTE. Aliás, parando para pensar, acho que mais de 100 pessoas (que eu CONVERSEI mais de uma vez ou tive algum tipo de contato além do “‘adicionei’-‘ok, tá aceito’”).
Adicionei alguns no “off” (as reais pessoas por trás dos personagens), conheci pessoalmente outros, e na maioria dos casos a amizade não vingou.
Entretanto, hoje, com 22 anos, tenho “amigos de internet” que valem ouro. E tive o prazer de conhecer alguns pessoalmente.
Esse ano, na verdade, está sendo maravilhoso porque conheci a Tika quando fui ao Paraná (e pude ver a Pati mais uma vez *-*) e a Carol quando veio de Goiás pro Rio (no último final de semana).
Estou muito feliz por isso. Sabe... isso prova tantas coisas! Não estou aqui dizendo que os amigos de internet são melhores do que os que a gente convive todos os dias. Mas estou AFIRMANDO que amigos são amigos. Independente de onde morem e de quanto tempo temos para ficarmos juntos.
(Eu e Pati/Diana)
(Eu e Tika/Shayera)
(Eu e Carol/Tomoyo)
Obs: esse post é uma homenagem a Carol, que me incentivou a voltar a escrever.
Carol, ainda falta muito para eu voltar a ter segurança para escrever bem (por isso a mediocridade do texto), mas, como estávamos conversando, é tudo uma questão de prática. Obrigada pelo incentivo. Vou chegar lá. o/
quarta-feira, 23 de abril de 2014
ALTER BRIDGE, uma banda para amar.
Quem são:
Sem delongas e muitas explicações (já que a wikipedia está aí pra isso), não vou destrinchar a história da banda aqui. Mesmo assim, eis um breve resumo de como surgiu:
Ater Bridge começou a partir da pausa da banda Creed, ou seja, o guitarrista Mark Tremonti e o baterista Scott Phillips resolveram se juntar ao antigo companheiro de banda, o baixista Brian Marshall. Então, acrescentaram o melhor, o mais lindo e mais perfeito vocalista do mundo: MYLES KENNEDY! E PLIM, nasceu a melhor banda de todos os tempos, o Alter Bridge! (Nem estou colocando minha opinião nesse post, né? Mas tudo bem...).
Alter Bridge na minha vida:
Juntamente com Nickelback, Alter Bridge tem o primeiro lugar no podium musical do meu coração. Eu amo viajar, ir para o trabalho, usar o pc, respirar, viver ouvindo Alter Bridge!
E me apresentar essa banda magnífica foi uma das melhores coisas que meu noivo já fez por mim. Desde então, cada música deles tem uma representação significativa pra mim; algumas até bem específicas: um exemplo disso, é a música “In love memory”, que eu canto todas as vezes que estou morrendo de saudades da minha avó.
Ano passado fui ao show do Slash com Myles Kennedy, e tive a oportunidade de escutar ao vivo a voz perfeita dele. E, sim, realmente perfeita! Não é papo de fã bobalhona não. Até porque, o cara tem que ser no mínimo MUITO BOM pra fazer uma turnê com o Slash!
Melhores músicas:
Nesse tópico fica difícil não ser parcial. Todas as músicas deles são de excelente qualidade e fica complicado definir quais são as melhores sem utilizar meu gosto pessoal como critério.
Open Your Eyes (One Day Remains)
Broken Wings (One Day Remains)
In Loving Memory (One Day Remains)
Shed My Skin (One Day Remains)
The End Is Here (One Day Remains)
Brand New Start (Blackbird)
Before Tomorrow Comes (Blackbird)
Blackbird (Blackbird)
Rise Today (Blackbird)
Blackbird (Blackbird)
Watch Over You (Blackbird)
Ghost of Days Gone By (AB III)
All Hope Is Gone (AB III)
Still Remains (AB III)
Make It Right (AB III)
Wonderful Life (AB III)
Show Me a Sign (AB III)
Fallout (AB III)
Life Must Go On (AB III)
Addicted to Pain (Fortress)
Lover (Fortress)
All Ends Well (Fortress)
Fortress (Fortress)
Calm The Fire (Fortress)
Ok, a lista está ENORME, mas foi o máximo que eu pude fazer. HAHAHA.
Enfiiiiim... Lamento MUITO que Alter Bridge não seja tão conhecido no Brasil. Fico mandando e-mails pra rádio Cidade (aqui no Rio) tocar Broken Wings, mas é tão difícil! =/
Meu sonho é poder entrar em qualquer loja de música e poder comprar os CDs deles. É muito triste ser fã de uma banda que quase ninguém conhece no Brasil.
Por isso peço encarecidamente: se você gostar das músicas, divulgue. Vamos tornar esse país um lugar melhor. Q
Deixo vocês com alguns vídeos. Uns são só o áudio, outros são de versões acústicas das músicas, outras são do show em Amsterdam... enfim, divirtam-se.
Um beijo.
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Edited (31/05/16): A rádio Cidade anda tocando Rise Today, para a minha eterna alegria. <3
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
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